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Gateway de pagamento para ERP: como gerar receita recorrente com as cobranças dos seus clientes
Equipe McpfPay · 22 de outubro de 2026 · 7 min de leitura
Todo ERP já participa do ciclo de cobrança dos seus clientes: é nele que nascem os pedidos, as notas e os títulos a receber. O que falta, em muitos casos, é a ponta do pagamento: o Pix, o boleto e o cartão continuam fora do sistema, e a baixa é manual.
Por que integrar pagamentos ao ERP
- Para o cliente do ERP: cobrança que nasce e baixa sozinha, sem conferir extrato e sem retrabalho.
- Para o ERP: um diferencial de produto difícil de copiar e uma nova linha de receita sobre o volume que os clientes já recebem.
O que avaliar num parceiro de pagamentos
- API e documentação: contrato claro (OpenAPI), sandbox com pagamentos simulados, idempotência e webhooks assinados.
- Modelo de autorização: o cliente final precisa autorizar o ERP a cobrar em nome dele, com permissões limitadas e revogáveis.
- Escopo PCI: o ideal é que dados de cartão nunca passem pelo ERP. Páginas de pagamento hospedadas resolvem isso.
- Transparência do repasse: o ERP deve conseguir auditar, cobrança a cobrança, como a parte dele foi calculada.
- Confiabilidade: confirmação de pagamento na fonte, novas tentativas de webhook e conferência ativa de cobranças em aberto.
Como funciona o repasse na McpfPay
O ERP parceiro recebe 50% da margem líquida da McpfPay sobre as cobranças pagas criadas pela integração dele. A margem é formada pelo percentual sobre o volume e pela tarifa por cobrança acima da franquia, descontados os impostos. O extrato no portal mostra cada linha, e estornos entram como lançamento negativo.
Os 10 primeiros parceiros recebem 60% no primeiro ano. Faça a simulação para a sua base de clientes na página para ERPs ou veja a API em desenvolvedores.